1. Introdução

A soberania do intelecto.

Somos uma instituição de caráter filosófico e simbólico dedicada à exposição do satanismo moderno de natureza ateísta. Sua existência não se fundamenta em fé, revelação ou transcendência, mas na apresentação clara de uma visão de mundo baseada na razão, na autonomia individual e na responsabilidade consciente.


Este espaço não propõe crença, pertencimento ou adesão emocional. O que se oferece aqui é informação organizada, posição definida e delimitação conceitual. Não há promessas, não há misticismo e não há ilusões a sustentar.


A ISB existe para tornar explícito aquilo que frequentemente é distorcido, caricaturado ou confundido, e para fazê-lo sem concessões retóricas.

2. Quem Somos

Origem, referência e postura

Surgimos da necessidade de organizar, preservar e apresentar de forma coerente a filosofia do satanismo moderno, tal como desenvolvida no século XX, especialmente a partir das formulações de Anton Szandor LaVey.


É formada por indivíduos conscientes de sua própria autonomia, que não buscam validação externa, redenção moral ou orientação espiritual. Não somos um movimento social, nem uma comunidade terapêutica, nem um coletivo identitário.


Somos uma instituição que opera por escolha intelectual, não por necessidade existencial.

3. Nosso Objetivo

Clareza, delimitação e desmistificação

Nosso objetivo é simples e limitado: expor o que o satanismo moderno é, e, com a mesma firmeza, o que ele não é.


A ISB atua na desmontagem de mitos recorrentes, na correção de equívocos históricos e na separação definitiva entre satanismo filosófico e fantasias espiritualistas, ocultistas ou morais que lhe são constantemente atribuídas.


Não pretendemos convencer, ampliar público ou formar seguidores. A informação aqui apresentada existe por si mesma. Reconhecimento ou identificação são consequências individuais, nunca metas institucionais.

4. Como Agimos

Funcionamento e limites

A Igreja Satanista Brasileira opera como uma instituição filosófica organizada, não como um grupo de mobilização ou engajamento coletivo. Não exige participação, não estimula dependência e não interfere na vida privada de quem a observa ou a integra.


Toda relação com a instituição é voluntária, consciente e limitada. Não há autoridade espiritual, hierarquia moral ou expectativa de obediência. A organização existe para sustentar a clareza conceitual e preservar a integridade da filosofia que representa.


Quem observa, observa.
Quem compreende, compreende.
Quem decide, decide por si.

"Quem participa escolhe, quem observa aprende, e todos permanecem soberanos em suas decisões."