Perguntas Frequentes (FAQ)
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O que é a Igreja Satanista Brasileira
A Igreja Satanista Brasileira é uma religião?
A Igreja Satanista Brasileira é uma instituição filosófica e cultural fundamentada no satanismo moderno ateísta. Embora opere dentro do campo religioso no sentido simbólico e organizacional, não reconhece divindades, forças sobrenaturais ou verdades reveladas.
A ISB busca fiéis ou conversões?
Não. A ISB não pratica proselitismo, não promove conversões e não incentiva adesão. O acesso às suas ideias é público, mas a aproximação institucional ocorre apenas por decisão individual e consciente.
Qual a função pública da ISB?
A ISB existe para apresentar, preservar e organizar o satanismo moderno no Brasil de forma clara, responsável e desmistificada, estabelecendo limites conceituais e institucionais.
Fundamentos filosóficos do satanismo moderno
O que define o satanismo moderno?
O satanismo moderno é uma filosofia ateísta, individualista e racional, estruturada a partir da obra de Anton Szandor LaVey. Ele rejeita espiritualidade sobrenatural e afirma a autonomia do indivíduo.
O ateísmo é indispensável?
Sim. A crença literal em entidades sobrenaturais é incompatível com o satanismo moderno e, consequentemente, com a Igreja Satanista Brasileira.
Outras vertentes de satanismo são aceitas?
Não institucionalmente. A ISB reconhece a existência de outras correntes, mas não as valida, representa ou incorpora.
O papel simbólico de Satanás
Satanás é uma entidade real?
Não. Satanás é um símbolo filosófico que representa individualidade, oposição à submissão irracional e afirmação da vontade própria.
Por que usar o nome Satanás?
Porque ele sintetiza, historicamente, a figura do opositor, do questionador e do transgressor de dogmas impostos.
O uso do símbolo é provocação?
Não. O símbolo é utilizado de forma consciente, conceitual e histórica, não como choque gratuito ou espetáculo.
Responsabilidade individual
Existe uma moral satanista?
Existe uma ética baseada na responsabilidade pessoal, na reciprocidade consciente e na rejeição de culpa moral imposta externamente.
Tudo é permitido?
Não. Liberdade implica responsabilidade direta pelas consequências dos próprios atos.
A ISB promove comportamento antissocial?
Não. A instituição rejeita impulsividade, autodestruição e violência irracional.
Função simbólica dos rituais
A ISB pratica rituais?
Sim, de forma simbólica e psicológica, como ferramentas de foco, catarse e expressão individual.
Existe magia sobrenatural?
Não. Toda prática ritualística é compreendida como psicodrama consciente, sem crença em forças externas.
Rituais são obrigatórios?
Não. A prática ritual é opcional e nunca imposta.
Neutralidade institucional
A ISB possui posição política?
Não. A instituição é politicamente neutra e rejeita alinhamento partidário ou ideológico.
Membros podem ter posições políticas?
Sim, em caráter estritamente individual, sem representação institucional.
A ISB apoia ativismo?
Não institucionalmente. A organização não atua como movimento social ou militante.
Vínculo institucional
A filiação é obrigatória?
Não. A filiação é opcional e não incentivada, ela é apenas de caráter simbólico e institucional.
O que a filiação concede?
Reconhecimento institucional, acesso a conteúdos internos e participação em atividades restritas. Acesse a pagina de filiação para mais informações.
A filiação cria comunidade emocional?
Não. A ISB não se propõe a oferecer pertencimento emocional ou suporte pessoal.
Limites conceituais claros
A ISB é ocultista ou espiritualista?
Não. A instituição rejeita misticismo, esoterismo e espiritualidade sobrenatural.
A ISB promove culto ao caos ou à transgressão vazia?
Não. Transgressão sem propósito é considerada irrelevante e imatura.
A ISB representa todos os satanistas?
Não. A ISB representa apenas sua própria linha filosófica e institucional.
Se você compreende e deseja ir além, aproxime-se com disciplina e responsabilidade para aprender e entender esta filosofia.
Caso contrário, não há perda nem conflito: siga seu caminho.
Não buscamos aprovação, curiosidade vazia ou fé cega.
Aqui não há promessas de salvação, apenas conhecimento, autonomia e consequência.
Cada um escolhe até onde suporta enxergar, e arca com o que escolheu ver.